A presidente Dilma Rousseff concorda com a proposta de realizar antecipaadmente as elições presidenciais, abrindo mão de dois anos de mandato. No entanto, como refere a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a petista ainda não formalizou a decisão porque não tem o apoio de duas centrais sindicais importantes para o PT: a CUT e o MST.
Ambas as entidades acreditam que a antecipar as eleições seria legitimar o impeachment.
Segundo a publicação, a posição das entidades também coloca Lula em dúvida sobre o assunto. O ex-presidente teme que a proposta de "Diretas Já" caia no vazio caso não haja grande apoio "das ruas", ou ao menos dos movimentos sociais que sempre apoiaram o PT e o governo.
Enquanto isso, a proposta é defendida por alguns dos principais ministros de Dilma. Ricardo Berzoini, da Secretaria Geral, Jaques Wagner, da Casa Civil, e José Eduardo Cardozo, da Advocacia Geral da União, tentam convencer a presidente Dilma a mandar a proposta ao Congresso Nacional.
Ambas as entidades acreditam que a antecipar as eleições seria legitimar o impeachment.
Segundo a publicação, a posição das entidades também coloca Lula em dúvida sobre o assunto. O ex-presidente teme que a proposta de "Diretas Já" caia no vazio caso não haja grande apoio "das ruas", ou ao menos dos movimentos sociais que sempre apoiaram o PT e o governo.
Enquanto isso, a proposta é defendida por alguns dos principais ministros de Dilma. Ricardo Berzoini, da Secretaria Geral, Jaques Wagner, da Casa Civil, e José Eduardo Cardozo, da Advocacia Geral da União, tentam convencer a presidente Dilma a mandar a proposta ao Congresso Nacional.
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